Empresa dedicada ao reflorestamento comercial do Guanandi, madeira nobre com elevado valor de mercado, o Fundo Verde tem como missão oferecer a seus clientes uma oportunidade de investimento ambientalmente responsável com altas taxas de retorno.
Investimento com responsabilidade ambiental
A cada ano que passa, o Brasil perde de 10 a 20 mil quilômetros quadrados da maior e mais rica floresta do mundo: a Amazônia. A derrubada predatória de árvores nativas centenárias abastece, principalmente, a indústria de móveis e de construção civil. No entanto, essa atividade esconde um dado preocupante. Estimativas do próprio governo e de entidades de defesa do meio ambiente apontam que cerca de 80% de todo o volume de madeira extraído anualmente da Amazônia sejam obtidos de forma ilegal. Só os consumidores paulistas ficam com 23% de tudo o que é extraído da floresta amazônica.
Nos últimos anos, porém, a pressão da opinião pública sobre as empresas que consomem madeira só tem aumentado. Pactos empresariais e legislações específicas têm apontado para exigências que garantam a sustentabilidade na exploração desse tipo de matéria-prima. Preservar as matas brasileiras é necessidade vital para o futuro do planeta.
Essa crescente preocupação da sociedade brasileira com a integridade de suas florestas nativas vem alavancando o valor da madeira nobre - principalmente daquela que é produzida de maneira a não agredir a natureza. Além disso, de acordo com previsões das Nações Unidas, a demanda mundial vai dar um salto de ao menos 50% nos próximos 15 anos. Investir com o Fundo Verde, mais do que um bom negócio, é uma atitude ambientalmente responsável.
A proposta do Fundo Verde
Ao investir com o Fundo Verde, são firmados contratos com validade por um período de 17 a 21 anos, dependendo do processo natural de crescimento do Guanandi.
Garantindo todo o suporte necessário ao desenvolvimento das árvores, os contratos contemplam desde o plantio das mudas e o trato inicial do solo, até os serviços de manutenção constantes a serem realizados pelos funcionários do Fundo Verde. Assim, a equipe da empresa zela pelo correto cultivo do Guanandi, potencializando ao máximo seu valor e atendendo a todas as exigências do mercado.
Outro ponto importante a ser ressaltado é a localização da fazenda do Fundo Verde, um diferencial por si só. Situada em Una, município do sul da Bahia, ela fica a cerca de 70 quilômetros do porto de Ilhéus - ideal ao escoamento da madeira para o mercado externo. Sem falar nas excelentes condições climáticas, com um regime de chuvas abundantes que se estendem por todo o ano, e de um solo extremamente fértil.
Prazos para retorno financeiro
Em média, o corte final das árvores de Guanandi é feito 19 anos depois do plantio das mudas. No entanto, o investimento já começa a dar retorno bem antes desse prazo. Isso porque são feitos três desbastes (cortes), com o intuito de selecionar as árvores com os atributos mais refinados.
Depois de aproximadamente seis anos do início do contrato, é extraído cerca de um terço das árvores plantadas originalmente. São retiradas aquelas que, ao longo do seu processo de crescimento, apresentaram imperfeições que reduziriam seu valor de mercado. A segunda etapa acontece por volta de 11 anos após o plantio das mudas, quando é retirado outro terço das árvores. Nessas duas fases, os procedimentos de desbate já devolvem renda ao investidor.
Por fim, restam apenas as árvores de qualidade inquestionável que serão extraídas quando completarem seu ciclo de crescimento, que varia de 19 a 21 anos. Aproximadamente 350 metros cúbicos de madeira são obtidos nesse terceiro desbate. Eles serão vendidos para a indústria naval, de construção civil e para fábricas de móveis de alto padrão a uma quantia de US$ 800,00 por metro cúbico.*
(* O valor de US$ 800,00 reflete a cotação do Guanandi em janeiro de 2008. Estimativas prevêem uma valorização de, no mínimo, 6% ao ano desse produto.)
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